sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Neuropsicologia ajuda no diagnóstico precoce de Alzheimer
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Avaliaçao neuropsicológica nas Epilepsias
PSICOLOGIA!!!!
Principais problemas emocionais que interferem no comportamento dos jovens.
Infelizmente, a partir do final dos anos 80 do século passado, nos consultórios médicos – pediatria, neurologia, psiquiatria e nos de psicologia, um público novo se apresentou: inicialmente os adolescentes, depois pré-adolescentes e finalmente crianças com quadros severos de pânico, fobias, depressões. Hoje, seis em cada 10 crianças e jovens de 6 a 21 anos (e até com idade menor – 3, 4 anos), já apresentam disfunções emocionais. Resultado do estilo de vida, precocidade de estímulos, desagregação familiar, drogas, álcool, mundo competitivo, excesso de estímulos, pobreza afetiva em casa, enfim, houve uma epidemia de “dor na alma” que não respeita idade, condição sócio-econômica familiar, etc..
Tais quadros afetivos interferem diretamente no aprendizado comportamento, por isso devem ser diagnosticados, tratados (inclusive com medicação que dá ótimos resultados, verificáveis em sala de aula) e prevenidos. Vamos então descrever os mais comuns:
1. TRANSTORNOS DO HUMOR
. Distúrbios de depressão maior:
É o distúrbio em que o humor muda de seu estado normal para um de imensa tristeza, medo, insegurança, irritação, ausência de interesse ou prazer. E, ainda, perda ou ganho de peso, falta ou excesso de apetite, insônia ou hiperinsônia, agitação ou lentificação psicomotora, fadiga ou perda de energia, sentimento de desvalia ou de culpa excessiva ou inadequada, perda da habilidade de pensar ou concentrar-se, indecisão, pensamentos recorrentes de morte.
1.1 . Existem diversos tipos de transtorno afetivo:
A) Recorrentes – Vêm e voltam de época em época, dependendo de problemas externos: perdas, pressão ambiental ou não.
B) Quadros leves, moderados ou graves – quanto á intensidade dos sintomas
C) Com ou sem sintomas físicos – os mais comuns: dor no corpo, tonteiras, dor de cabeça, coração disparado, falta de ar, dor no pescoço, costas e pernas, azia, gastrite, colite nervosa, tremura, náuseas e vômitos, perda ou ganho de peso, insônia ou excesso de sono, pressão lábil (altas ou quedas súbitas), hipoglicemia, desmaios, entre outros.
D) Com sintomas psicóticos – delírio de ruína (acha que vai falir, não vai dar conta no futuro), ciúme doentio, mania de perseguição, e outro mais.
1.2. Distmia (transtorno persistente do humor): síndrome do mau humor. É o eterno mal-humorado, irritado, reclamador, nervoso, que só vê o ruim, só fala do negativo. Humor depressivo ou irritável, pelo menos, por dois anos. Nunca o paciente passa mais de dois meses sem estes sintomas e muito mais dias com os transtornos do que sem eles.
. Apetite diminuído ou hiperfagia
. Insônia ou Hipersônia
. Baixa energia ou fadiga
. Baixa auto-estima
, Concentração diminuída ou dificuldade de tomar decisões
. Sentimento de desesperança.
1.3. Ciclotimia (transtorno persistente do humor): “8 ou 80” – um dia se sente o máximo, produtivo, eufórico; no outro, apático, triste, desanimado.
1.4. Mania: Sempre excitados, euforia doentia, gastos exagerados e acima de sua capacidade financeira; falantes, repetitivos. Têm idéias de grandeza, excesso de sexualidade, raciocínio rápido, baixa de juízo crítico da realidade, megalomania, idéias religiosas exacerbadas (contatos divinos, experiências místicas: são os visionários excêntricos), confusão mental, disposição física exuberante, hiperatividade física e mental. Não sentem sono ou cansaço, querem fazer muita coisa ao mesmo tempo. São acelerados, agitados e têm delírio de grandeza e de poder, além de irritados e agressivos.
1.5. Transtornos afetivos bipolares: Na verdade, os bipolares alteram fases mensais ou anuais, com características extremas (humor flutuante, altos e baixos), onde ora prevalece um profundo quadro depressivo, ora um profundo quadro maníaco.
Para uns pode haver diversas fases depressivas, que é o mais comum, e, raramente, algumas maníacas. Ou ainda diversas fases maníacas e algumas depressivas. Há também aqueles que apresentam fase maníaca e depressiva se alternando ritmicamente.
*texto super importante para todos os pais ficarem atentos aos seus filhos!!! Caso tenham alguma duvida sobre as palavras usadas deixe seu comentário, ou procure na fonte citada abaixo!!! abçs neurpsisss
FONTE: http://eduardoandradeaquino.blogspot.com/
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Conhecendo o Bobath
O Conceito Neuroevolutivo – Bobath foi desenvolvido por Karel e Bertha Bobath em 1943, quando trabalhavam com pacientes adultos hemiplégicos e mais tarde usaram e aperfeiçoaram com crianças portadoras de Paralisia Cerebral. O tratamento baseado no conceito Neuroevolutivo passou por várias mudanças desde seu início, mas sua filosofia permanece a mesma. O que mudou foi sua teoria, já que a ciência mudou em várias áreas, ou seja, novas pesquisas levaram a mudar o nosso entendimento do funcionamento e da integração do SNC.
O conceito Neuroevolutivo é largamente usado e respeitado na Europa, USA, América do sul (principalmente no Brasil, Argentina e Venezuela) e também em alguns países da África. Desde que começou a ser mais usado, vários outros fatores, como biomecânicos e cinesiológicos, foram adicionados na definição original do Conceito.
O conhecimento dos componentes do movimento normal, ou como a criança realiza as etapas do desenvolvimento motor grosseiro, é atualmente considerada uma parte importante da sessão de tratamento. O conhecimento mais profundo da integração da função biomecânica das articulações com o movimento motor grosseiro também se tornou muito importante.
O conceito Neuroevolutivo é, como já dissemos, uma abordagem terapêutica usada para a solução de problemas de pacientes com distúrbio do movimento e da função. Cada função desejada deve ser desmembrada e analisada cuidadosamente para conseguir um maior benefício do tratamento do paciente.
O paciente e sua família são tratados e/ou considerados como uma unidade. Os familiares ou pessoas que cuidam do paciente são incluídos na sessão de terapia onde lhes são ensinadas técnicas de posicionamento, transferências, brincadeiras que deverão ser usadas em casa. Toda equipe de profissionais deve ser incluída e devem trabalhar juntos com objetivo de dar suporte para a família e tratar adequadamente o paciente.
O conceito Neuroevolutivo é usado por Fisioterapeutas, Fonoaudiólogos e Terapeutas Ocupacionais. O uso das técnicas de tratamento talvez sejam diferentes entre as diversas especialidades, pois cada um tem objetivos variados, mas a base teórica e o conhecimento da técnica é a mesma. Sendo o Conceito Neuroevolutivo baseado no movimento normal, ele é flexível e pode ser aplicado em vários tipos de doenças.
O diagnóstico mais comum é a paralisia cerebral em crianças e os hemiplégicos adultos, porém, pode ser usado em qualquer paciente com disfunção motora. Pode ser usado em crianças com meningomielocele, distrofia muscular, hipotonia, traumatismo craniano, prematuros de alto risco ou adulto com hemiplegia, esclerose múltipla, traumatismo craniano, e em outras doenças ou trauma que produzem alterações do tônus muscular, distúrbio ou atraso do movimento. O conceito Neuroevolutivo usa equipamentos como rolos, bolas, bancos, porém, não são tão importantes como as técnicas de manuseios.
Fonte: Texto retirado do site da APAE de Salvador e escrito pela digníssima Maria Terezinha Baldessar Golineleo é fisioterapeuta, especializada no tratamento de crianças e adultos com disfunção neurológica e instrutora do Conceito Neuroevolutivo – Bobath, reconhecida pela Abradimene e para cursos de Hemiplegia do Adulto – Conceito Bobath, professora keriiiida e muito brava!!!!
Exercícios físicos e função cognitiva
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Declínio Cognitivo Leve
Quer entender mais??? envie sua pergunta/comentário para nosso blog!!!
Abçs Neuropsis
Fonte: Neuropsicologia Hoje - Ed. Artes Médicas
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
NEUPSILIN
Se quiser saber mais, conhecer o intrumento ou ainda marcar uma avaliaçao ligue ou deixei seu recadim aqui no blog!!!
Saudaçoes Neuropsis!!!!
FONTE: Livro Avaliação Neuropsicológica - Ed. Vetor
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Pensamentos e sentimentos!!!!
Já parou para pensar que o que você PENSA reflete no seu comportamento a todo o momento? Você tem problemas como ansiedade, medo excessivo, estresse, entre outros comportamentos que te atrapalha e que gostaria de melhorar?
A Terapia Cognitivo-Comportamental busca produzir mudanças no pensamento e no sistema de crenças do paciente, com o propósito de promover mudanças emocionais e comportamentais duradouras. Esta abordagem procura proporcionar experiências aos pacientes, dentro e fora das sessões de terapia, que alterarão suas falas negativas de modo favorável. O objetivo global é questionar diretamente e mudar os comportamentos associados às percepções destrutivas e crenças mal adaptadas. Embora o processo terapêutico possa variar de acordo com as necessidades de cada paciente, existem alguns princípios que caracterizam o procedimento clínico nessa abordagem de tratamento. Segundo, primeiramente deve ocorrer uma relação sólida de credibilidade, confiança e parceria entre o terapeuta e o paciente, a qual se estabelece pela participação ativa de ambos no processo. Outra característica da Terapia Cognitivo-Comportamental é o seu caráter educativo que viabiliza ao paciente aprender a ser o seu próprio terapeuta, a partir de orientações obtidas sobre a natureza de seu transtorno e da compreensão sobre a relação entre os pensamentos, emoções e comportamentos. Outra forma de educar o paciente é a descoberta guiada, isto é, o terapeuta faz perguntas que estimulam o paciente a refletir sobre as suas hipóteses distorcidas, explorando as evidências que as confirmam e que as desconfirmam, chegando a uma hipótese mais realista. Este procedimento evidencia o conteúdo e o significado da experiência, além de modificar a cognição, a emoção e o comportamento.
Gostou do texto? Quer entender melhor? Marque um horário – (28) 3515-1574
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
ANESTESIA GERAL E DISFUNÇÃO COGNITIVA EM CRIANÇAS E IDOSOS
Sabemos que a anestesia geral é um facilitador da cirurgia moderna e de intervenções médicas , sendo considerado é uma das grandes descobertas do meio médico.
Quase todos os anestésicos modernos são derivados do Éter, no entanto, muita coisa sobre essas drogas ainda permanece misteriosa. Por exemplo, ainda hoje, os médicos estão confusos quanto ao motivo exato dos anestésicos causarem inconsciência em pacientes (dá para acreditar nisso???).
Mistérios à parte, os médicos estão felizes com o uso dos anestésicos e garantem que seu uso é feito de forma segura. Eles afirmam que se usado em pessoas saudáveis e nas doses corretas, essas drogas raramente causam sérias complicações ou efeitos colaterais, sendo baixo o risco de morte em pacientes submetidos à anestesia geral, por exemplo, de 1 em 250.000.
No entanto, investigações recentes sobre a ação desses produtos à nível celular, mostram uma possibilidade preocupante a longo prazo: que os anestésicos gerais podem potencialmente contribuir para a disfunção cognitiva em pacientes vulneráveis, como os muito jovens e os muito idosos.
Em 2007, o Dr. Zhongcong Xie, professor adjunto da anestesia no Hospital Geral de Massachusetts, e colegas publicaram o primeiro de uma série de estudos demonstrando que os anestésicos gerais comumente usados podem causar a morte celular e acúmulo de placa nas células cerebrais -uma potencial marca da doença de Alzheimer. Mais recentemente, na Clínica Mayo, em Minnesota, o anestesiologista Dr. Robert Wilder publicou um estudo que encontrou uma ligação entre a exposição à anestesia e cirurgia na infância à dificuldades na aprendizagem em épocas posteriores da vida. Ambos os médicos foram abordados com perguntas, mas como eles têm apenas os dados iniciais da pesquisa, não puderam oferecer conselhos tranquilizadores ou certezas. “O que posso dizer? Nós não temos qualquer resposta”, diz Xie. “Temos alguns sinais preocupantes, mas não podemos concluir que essas drogas causam danos cerebrais em pessoas.”
Wilder também foi cauteloso e precavido na sua resposta: “Tudo o que podemos dizer aos pais, no momento, é que não se deve fazer procedimentos desnecessários nas crianças – mas disso nós já sabíamos”, diz ele.
O impacto dos anestésicos gerais foi tema de debate na convenção anual da Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA), em Nova Orleans no final de outubro, e com certeza ainda iremos escutar falar muito disso, tendo em vista essa relação preocupante e pouco esclarecida.
Se quiser ler o post original e completo, acesse o caderno de ciência e saúde do site TIME.
FONTE - Ana Katharina Leite - site: www.reabilitacaocognitiva.com.br
